segunda-feira, 28 de julho de 2008

Happy Tree Friends

Em meados de 2003 uma turminha colorida e bem fofinha começava a aparecer na internet, em vídeos feitos em flash. O detalhe é que todo o clima alegre e contagiante desses personagens acabavam se transformando em desastres trágicos onde a maioria dos participantes acabavam batendo as botas.

Trata-se do Happy Tree Friends, um desenho que é irônico até no nome. Essa inusitada forma de humor acabou contagiando muitos fãs e rapidamente esses vídeos se tornaram hits na internet, Tv e DVD.

Agora na metade de 2008 será lançado o Happy Tree Friends - False Alarm. Um jogo que estará disponível para download pago no Computador e também no Xbox 360.

Neste jogo comédia no estilo Lêmings, para quem conhece este tradicional jogo de computador, você toma o papel de Lumpy, um alce atrapalhado azul que tem a missão de tentar de todas as formas ajudar os seus amigos a atravessar os obstáculos antes de serem reduzidos a pedacinhos. Você deve interagir com os elementos da fase e em alguns casos congelar seus amigos para ganhar um certo tempo.

O jogo apresenta 10 níveis para serem vencidos, com cenários bem no estilo do desenho, com cores clarinhas e tudo mais que apresenta na famosa série.

Você pode realmente se esforçar para salva a vida dos coleguinhas felizes amigos das árvores mas será certamente inevitável presenciar algumas cenas onde partes dos bichinhos sairão rolando.

Little Big Planet

A inovação trazida pelo playstation 3 é bem perceptível nos gráficos, mas existe muito além daquilo que percebemos na tela, como por exemplo a física. Algo que deveria chamar muita a atenção é a questão do processamento desenvolvido pelo Play 3, que é muito maior do que os computadores atuais podem suportar.

Um jogo que vem para mostrar o processamento de física em tempo real é o surpreendente Little Big Planet, que tem o mesmo nome de um antigo clássico do PC, mas nada tem a ver com o maguinho careca de roupa azul.

Neste jogo, a grande atração é interagir com os objetos da fase, mas quando eu falo interagir, é interagir mesmo! Você e mais um grupo de amigos tem o objetivo de chegar ao final da fase, que apresenta muitas armadilhas e principalmente obstáculos que você quebrará a cabeça para conseguir passar. E tudo está sujeito ao julgamento através das leis da física, tendo que pular, empurrar, puxar, fazer uma coisa cair em cima da outra, amarrar, enfim, tudo o que for possível realizar na vida real, você deve levar em conta para vencer este jogo.

O criador do jogo disse que o intuito da aventura é fazer o jogador sorrir, e com todas formas de se interagir com o cenário e também com sua customização cômica, não será muito difícil tirar sorrisos e surpreender os jogadores.

Optaram por facilitar a visualização de tela, ao invés de mostrar os elementos em 3D com movimento total de câmera, preferiram deixar um 3D misturado com um jogo na horizontal, tudo para aproveitar o máximo da jogabilidade.

Agora que realmente vai divertir e deixar o jogo infinito, é a opção de criação de fases. Você facilmente pode criar fases com seu personagem e testá-las na mesma hora. Você indica onde é o início e o fim da fase e coloca um marcador de pontuação no final. Pronto, uma nova fase está criada e o melhor de tudo é que assim que você terminou a criação, se você estiver conectado com o play3 na internet, os outros jogadores poderão entrar na sua sala e disputar com você quem consegue vencer o desafio primeiro.

Quanto mais fases você cria, você vai ganhando pontos que podem ser trocados por novas peças para equipar sua fase e assim por diante!

Os elementos são intuitivos e você rapidamente aprende como funcionam as peças do cenário. O desenvolvedor do jogo diz que o game foi projetado de forma que a mãe dele não tenha dificuldades para jogar. Bom, pelo jeito essa velhinha deve jogar melhor que eu...


Este jogo vem mostrando a tendência da Web 2.0, que se trata do próprio usuário sendo a fonte criadora de conteúdo, assim como o Youtube e a Wikipédia. Também se encaixa perfeitamente para meninos mimados, onde nada melhor do que ter um jogo seu, onde você é que faz as regras e todo mundo tem que brincar do seu jeito.

Hulk 2

A Marvel finalmente resolveu dar férias para o Homem de Ferro, e para não deixar a Terra sem um super herói, o contratado da vez é o Incrível Hulk. Digamos que ele não seja o herói mais aconselhado a cuidar do nosso planeta, pois tudo que está no seu caminho, ele resume em vários pedacinhos.

Este jogo também procura recriar com fidelidade a história da telona, mas logicamente vários elementos extras são inseridos para entreter o jogador e deixar a trama mais extensa e envolvente.

Assim como os antigos jogos da Marvel de super-heróis, neste você também pode pegar os elementos da fase e utilizar a seu favor, mas dessa vez eles deixaram essa opção bem extrema, podendo usar blocos de concreto nas mãos, arremessar carros e até segurar um poste como se fosse um taco de basebol.

O jogo explora bastante o espaço vertical, mostrando os gigantescos pulos do Hulk. Isso deixa a jogabilidade bem abrangente, pois além do cenário ser aberto, como no estilo GTA, você ainda pode agarrar e escalar os prédios com suas mãos, chegando ao topo dos edifícios em poucos segundos.

Nada intimida o grandalhão cor de esmeralda, nem os adversários gigantes e nem coisa nenhuma. Ele é tão pedreiro que quando está correndo, o simples fato de encostar em objetos como carros, arvores e edificações já causa uma boa destruição.

Como tem se tornado um padrão nos jogos da Marvel, existe a opção de vestir o Herói com vários uniformes que ele já usou durante sua história, entre eles chama a atenção uma armadura de ferro parecida com a do Iron Man e também uma roupa medieval que deixa o Hulk com uma assustadora cara de Ork.

Se alguém te perguntar o que é um pontinho verde no meio de uma cidade em caos totalmente destruída cercada de militares por todos os lados, não vá ser inocente achar que é uma ervilha de castigo. É o Incrível Hulk.

Tartarugas Ninja 3

Um grupo de tartarugas com nome de artistas renascentistas nasceram em 1984 nas páginas de histórias em quadrinhos. Eram lideradas por Splinter, Um rato sábio conhecedor das artes marciais que vivia no esgoto de Nova York.

Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael fizeram tão bem a lição de casa que logo em 1987 ganharam seu desenho animado na TV, que ficou nas telas por 6 anos, livrando a April das garras do Destruidor e lutando incansavelmente contra os ninjas do mau.

Fechando o livro de histórias e abrindo o baú que contém as fitas dos jogos antigos, vamos relembrar este clássico do Nintendinho, As Tartarugas Ninja 3.

Este game mostra um gráfico que chega ao limite do velho videogame da Nintendo, utilizando o máximo de cores e detalhamentos que era permitido na época, tinha alguns momentos que os personagens ficavam até meio transparentes e piscando, de tanto que o jogo exigia do console.

As fases eram bem variadas em cores e ambientações e também em interações com o cenário, cada etapa do game trazia uma surpresa, que geralmente servia para tentar te destruir.

Obviamente os chefões que conhecíamos na Tv também estavam presentes no final de cada fase do jogo, eles apresentavam sempre armas diferentes e um nível até que grande de dificuldade, pelo menos para as minhas habilidades com 10 anos de idade.

Agora o que mais chama a atenção está além do que nossos olhos podem ver... É a música! A trilha sonora desse game é realmente incrível! Calma aí, eu não estou brincando. É óbvio que nessa época a limitação sonora dos jogos não passava de poucos timbres, mas se você for prestar a tenção na melodia transpondo para os dias de hoje, teríamos um ótimo jogo com pegadas de hard rock muito envolventes!

Este é um jogo que justifica o fato de tirar do fundo do armário o Nintendinho para relembrar aqueles velhos tempos.

Warhammer - Dawn of War

O Warhammer é um universo de fantasias criado na década de 70. Começou com exércitos em miniaturas onde várias raças diferentes e personalizadas quanto à aparência travavam batalhas de tabuleiros, com regras específicas para o jogo. No Brasil esta franquia Warhammer não é muito difundida, mas nos Estados Unidos e na Europa, muitos fãs de RPG passam tardes em frente ao seu exercito combatendo as miniaturas dos inimigos com muita estratégia e imaginação.

O que mais chama a atenção nesses combates é o fato de cada jogador poder pintar seu exército com a cor, bandeira e detalhes que ele quiser, sendo muito difícil encontrar uma miniatura igual a outra.

Aproveitando as leis que regem o mundo Warhammer, foram desenvolvidos jogos de computador deixando tudo mais interativo.

O jogo Mark of Caos, do qual já fizemos matéria é bem semelhante ao famoso Medieval Total War, onde você administra uma grande quantidade de exércitos.

Agora, o jogo que eu quero falar mesmo é o Dawn of War.

Trata-se de um jogo de estratégia que lembra o Age of Empires, mas longe de priorizar a parte administrativa do seu reinado, no Warhammer a ênfase é na guerra!

Para conseguir dinheiro e recursos você deve conquistar uns pontos estratégicos que tem espalhado pela fase e também construir reatores de energia. Agora o perigo é que seu inimigo pode conquistar o seu ponto estratégico, e assim sua economia fica comprometida.

Existe um certo limite para se fazer exércitos, mas isso não é problema, fica tranquilo que eu garanto que a tela ficará cheia de combatentes quando for travada uma boa batalha.

Diferente de outros jogos, quando você cria infantaria, existe a opção de convocar novos integrantes para o grupo e também podem ser compradas armas como metralhadoras, lança-chamas e lança granadas para reforçar as unidades.

Logo que o Warcraft 3 trouxe o jogo de estratégia 3D, existiu a opção de dar um zoom para assistir a batalha de perto, o que geralmente é pouco utilizado, ainda mais porque os personagens traziam modelagens bem quadradas. Agora no Dawn of War realmente vale a pena dar zoom para assistir de vez em quando, porque além da definição dos guerreiros serem bem trabalhadas, eles respondem com expressões corporais a golpes e tiros.

Se você gostou, saiba que no final de 2008 chegará junto com o Starcraft2 a segunda versão do Dawn of War, que promete ambientes surpreendentes e muita definição nos combates épicos, violentos e cheios de estratégia do Warhammer.